O TEMPO É ETC – Campanha para Via Condotti Decorações

Não só pelo fato de ter a felicidade de ter participado da criação, direcionamento e gestão de mais uma campanha desta marca incrível que é a Via Condotti - Goiânia/GO, que isso… rs Mas também por uma dose generosa de orgulho – sem culpa ou modéstia – pelo sucesso que nós da GP3 Comunicação tivemos em mais este projeto conceito e emocional com a loja de decoração, que convido todos vocês a clicarem AQUI e conferirem os textos cheios de memórias, aprendizados, saudades e histórias que eu tive o prazerzaço de escrever.

TEMPO TEMPO TEMPO

Campanha: O TEMPO É ETC. – Conceito: Delan Salazar – Direção de criação: Eloisa Lobo – Direção de arte: Neuber Dias – Redação: Delan Salazar – AGÊNCIA: GP3 Comunicação

Aos personagens, personalidades e homenageados pela campanha/movimento ”O tempo é etc”, o meu/nosso muito obrigado por cada palavra, passagem e momento de vida dividido em suas gravações que chegavam para mim carregadas de curiosidades, emoções e inspirações. Sem querer parecer piegas. São projetos como esse que me fazem feliz, me dão identidade profissional e confirmam a realização que sinto por ter feito na comunicação a melhor escolha pra seguir carreira.

Obrigado ao destino, a vida, aos parceiros, amigos, anjos e às oportunidades!

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Sobre o poder de um NÃO bem dado…

Começo essa reflexão afirmando para você, caro leitor, que viver não é, nunca foi ou será fácil. Viver, seguir em frente, partir para outra e continuar caminhando é pra quem tem fibra, coragem, senso e respeito com a vida.

Mas aí…, dentro desse quadro de “ou vai, ou racha’’ – que é a vida de fato, como inserir aqueles que simplesmente não aceitam ou compreendem os motivos por trás dos sim’s e nãos da jornada de aprendizagem, assimilação e compreensão das regras básicas do viver e conviver? Mais especificamente. Como administrar uma sociedade onde temos que nos relacionar com pessoas que, para serem poupados de traumas, tristezas, insatisfações, ou qualquer tipo de possível incomodo, passam uma vida inteira sendo poupados de ouvir e, consequentemente, assimilar e aceitar um NÃO.

“Não”. Essa negativa tão poderosa que, ok!,  nos traz tristeza, mágoa e até a depressão. É também a palavra que nos sacode, nos tira do eixo e nos obriga a, de alguma forma quase que ‘’fênixiana’’, a nos reinventar, sair do eixo que estávamos acostumados a circular e descobrir novas rotas para nos expressarmos e ir mais longe.

De verdade. Eu consigo ter (muita) pena desta geração que vem crescendo sem o luxo de ouvir um ‘’isso não”, ou ‘’não agora’’, ou ‘’desse jeito não’’, simplesmente pelo fato de seus pais/responsáveis os condenarem a uma obrigatoriedade nada pedagógica de serem felizes, sem fazê-los entender que na verdade, a felicidade – essa nova ditadura contemporânea – é fruto de merecimento.

E é nessa de querer que o filho seja feliz a qualquer custo, de qualquer jeito e por tudo que é mais sagrado, que vemos cada vez mais pequenos reizinhos e mini-rainhas crescerem sem foco, certeza ou real sendo do que realmente os farão feliz, até mesmo porquê, na urgência de atender os seus apelos, muitos de nós nem mesmo os deixam refletir, ansiar e desejar aquela ou essa razão da felicidade. Tudo se tornou urgente, mas ao mesmo tempo pouco relevante. Porque devido ao fato de ser detectada sua necessidade máxima em tão pouco tempo e por ser atendida em um prazo menor ainda – até mesmo do que a própria descoberta,  devido ao medo da infelicidade que um atraso qualquer possa causar, criamos seres que não entendem ou não valorizam suas conquistas, até mesmo porque para eles não existem conquistas, uma vez que sem luta, espera ou trabalho não há merecimento e, portanto, realização e felicidade por aquilo conquistado.

E é aí que a porca torce o rabo. Já que na luta feroz contra qualquer possibilidade de infelicidade para os nossos pequenos, infelizmente criamos uma safra de gente grande fraca, mimada e imediatista ao ponto que, por uma ansiedade gerada devido aos anos de desejos sendo atendidos em velocidade recorde, acabam se rebelando contra a ordem das coisas e dos nãos da vida ao ponto de: não conseguirem construir carreiras por não esperarem crescerem em seus empregos, agressões reais e virtuais devido a não aceitarem negativas em relacionamentos amorosos, péssimos ouvintes,  imbecis impiedosos e impacientes com as impossibilidades da vida e multitalentosos sem talento nenhum – justamente por não darem sequência a nenhum de seus imensos e incríveis talentos, porque, não aceitaram esperar para mostrar o quão capazes eles são, ou porque não podiam esperar o suficiente para atingir a felicidade.

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Sem meias palavras

Francisco Costa, este fashion designer mineiro que nos traz tanto-tanto-tanto orgulho como diretor criativo das coleções femininas de alta costura da americaníssima Calvin Klein, foi um dos entrevistados do Vogue Voices, da Vogue USA. E foi durante uma conversa super aberta e descomplicada com a câmera, que Francisco falou sobre sua infância passada na confecção da mãe, seus primeiros anos e descobertas ao chegar em Nova York, da atual sociedade narcisista e midiática gerada pelas redes sociais e, é claro, sobre algumas nunces do seu trabalho na CK. Aperte o play e enjoy!

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Lolita wild

Lana Del Rey, essa divindade que além de cantar e compor a maioria das suas canções, também é a roteirista deste primor de curta-musical, Tropico, estrelado por ela. Com uma série de referências as principais inspirações da neo musa cult-pop que vão desde as antigas estrelas da era de ouro de Hollywood, aos galãs de beleza exótica e a vida loucagem de grupos marginais, o filme conta a trajetória dramática de uma mocinha que é meio boazinha, meio gata misério, meio inoscente e extremamente sedutora-fatal, no melhor estilo do clássico perfil da ”mulher de bandido”.

Como não amar?

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Tá decidido

Depois de um longo período sem escrever por aqui, decidi escrever sobre algumas coisas que eu decidi que quero e vou fazer nos próximos 5 anos. Coisas que talvez façam a minha vida fazer um pouco mais de sentido, ou que me façam bem sem ter que ter um grande sentido maior do que o de me fazer bem.Afinal, nem tudo precisa ser tão levado a sério assim. E isso é uma coisa que eu decidi na minha vida faz tempo: Não me levar tanto a sério. Acho chato, ranzinza, egóico e desnecessário. porque afasta qualquer possibilidade de uma conversa de verdade com uma outra pessoa.

A primeira coisa que decidi é perder uns (muitos) quilos. Não meramente pela estética, pra ficar mais magro ou fortão, pra pegar ” umas ai”, pra tirar foto sem camisa, ou pra pegar bronzeado terracota e pagar de macho alpha. Não sou, definitivamente, desses. Até mesmo porque, gosto de moda, e emagrecendo eu me ”encaparia melhor” com roupas que tivessem melhor caimento ou sizes mais ajustados. Sou desses.

Tenho treinado numa academia tem uns quase 2 mêses e já sinto alguns resultados. Sei que não vou ficar magrão, do tipo que desfila Dior Homme. Até mesmo porque nunca fui magro, magro de verdade. Mas é que a minha negligência com a balança me deixou bem numa roubada. Me tornei hipertenso, tenho tido menos disposição pra uma série de coisas e é lógico que o preparo físico foi pras cucuias. Preciso retomar as rédias da minha saúde e emagrecer, não pra ficar magrelo ou sarado, mas pra ficar saudável é de suma importância pra minha vida agora.

Outra coisa que decidi é que preciso me dedicar mais a escrever as coisas que me falam ao coração. Arranjar tempo pra compor, escrever uns versos, tentar estruturar ideias, colocar minhas poesias e inspirações pra fora em papéis, blocos de nota do meu celular ou aqui nesse notebook.

A publicidade é uma filha mimada que precisa ganhar uma irmãzinha, uma ocupação, um lado b, pra aprender a dividir minha atenção. Eu preciso aprender a focar e desenvolver outras ãreas da minha vida e imaginação também, porque quero escrever um livro, compor músicas e, as vezes, até canta-las. Sei lá… Isso não tá muito decidido ainda, pois tudo vai muito de inspiração, tempo certo e parceria certa. Mas uma coisa é certa: eu preciso de mais arte na minha vida.

Decidi que quero fazer pelo menos mais umas 4 tatuagens e lugares a serem estudados, mas já bem definidos, Meu Deus! Eu sou um viciado nisso!! hahahaha

Além disso, existem algumas decisões de consumo como o de juntar grana pra enfim morar sozinho, comprar um Nike Dunk, um Wings Atitude by Jeremy Scott para a Adidas, um daqueles relógios analógicos da Cassio, investir em viagens e em alguns cursos para pra aperfeiçoar algumas noções de visão macro-social e de consumo. E eu também quero fazer esse blog dar certo, pra poder ser mais de verdade com as pessoas e com as minhas opiniões. É isso. Tá decidido.

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#SecretProjectRevolution por Madonna e Steven Klein

Tudo aquilo que queria falar e informar a respeito deste projeto, pode ser lido no texto que escrevi para o blog do Arquitetório - onde eu também gero e edito conteúdo. Já aqui no meu blog, quero apenas que vocês aproveitem cada minuto deste excelente video-arte, resultado da parceria entre Madonna e o top fotografo Steven Klein.

Aperte o play, abra a mente e aproveite!

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Sobre ser nós

Até quem me conhece minimamente sabe, se assusta, ri e até faz piada com o fato de – em pleno século 21 -  eu ter 8 irmãos. Mas verdade seja dita, quem eu seria sem cada um deles?!

irmaos

Eu só tinha 4 anos quando eles começaram a chegar e, por isso, não me lembro ou sequer penso na possibilidade da vida sem eles . Sem bom mocismo ou falso fofísmo. Ser o primeiro de muitos me fez bem porque me deu a oportunidade de, desde bem cedo, entender a importância do ato de dividir, respeitar espaços, valorizar o tempo passado na companhia de cada um deles, de ouvir, buscar compreender e do quanto amar, mas amar de verdade..., pode ser precioso e amadurecedor.

Tê-los, sabê-los e vive-los me fez ignorante do egoísmo e da competição de medir ou exigir amor daqueles que me deram eles de presente. Seus rostos, jeitos e estilos tão diferentes, educou meus olhos para ver toda forma de beleza. Seus assuntos tão interesses e diversos, me deram tantas novas ideias, inspirações e histórias pra pensar, sentir e criar, que as vezes dá pra confundir o quanto de mim ou de algum deles tem no que eu faço, penso e digo.

Ser “somos muitos”, me deu a preciosa oportunidade de aprender a ser eu, sendo nós. Sem “meu pai”, sem “minha mãe”, sem ”só meu”. Ser NÓS é entender que tudo é nosso, porque vocês são meus. Meu “nós”. Meus amores! E amo muito cada um de vocês!

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